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Conheça as vilãs mais gatas das telinhas


Alessandra Negrini viveu a perigosa Taís em Paraíso Tropical (Globo). Ela era irmã gêmea de Paula, a mocinha da trama. Bonita e inteligente, porém egoísta e ambiciosa, Taís aplicou vários golpes, entre eles vender joias de um designer que ela mesma inventou. Tudo isso para alcançar o desejo de entrar para o mundo dos ricos e poderosos.

E continuando a seção gêmeas. Em Mutantes - Caminhos do Coração (Record), Bianca Rinaldi interpretou Samira Mayer. Criada pela doutora Júlia como uma fera acorrentada à cama, sempre foi vista como uma arma. Arrogante, vingativa e cheia de maldade, Samira era o contrário de Maria, sua irmã.

Em Cobras e Lagartos (Globo), Carolina Dieckmann deu vida à "erva venenosa" Leona. Uma gata perigosa que, junto com o namorado Estevão (Henri Castelli), armou muitos golpes para tomar contar da fortuna do empresário Omar Pasquim (Francisco Cuoco).
Na novela Celebridade (Globo), em 2003, Claudia Abreu interpretou Laura. Uma moça de origem humilde que escondia um plano para tomar o lugar de Maria Clara Diniz (Malu Mader), ex-modelo e dona da agência Mello Diniz. Linda, sedutora e inteligente, Laura manipulava as pessoas e conseguia se livrar até dos mais espertos. A moça era o perigo em pessoa, pois agia de maneira fria e calculista

Em Alma Gêmea (Globo), escrita por Walcyr Carrasco em 2005, Flávia Alessandra viveu a invejosa e amargurada Cristina, que desejava se casar com o botânico Rafael (Eduardo Moscovis) e também ficar com as joias da avó. Como não conseguia o que desejava, armava grandes planos para ficar com o dinheiro e o amor de Rafael. No final da novela, a personagem morreu em um estranho incêndio na mansão do botânico

Na novela mexicana A Usurpadora, exibida no SBT, Paola Bracho (Gabriela Spanic) é a vilã que faz de tudo para infernizar a vida de sua irmã gêmea, Paulina, e da família Bracho. Bonita, elegante e decidida, queria trocar de lugar com a irmã e chegar à alta sociedade
Em Da Cor do Pecado (Globo), Giovanna Antonelli viveu a linda e perigosa Bárbara. Criada para ser uma princesa, a moça queria se casar com Paco (Reynaldo Gianecchini) para se tornar a herdeira do grupo Lambertini. Para isso, armou muitos golpes e, entre suas artimanhas, tentava aproximar pai e filho e também tirar vantagem nisso
Em Tempos Modernos (Globo), Grazi Massafera era a bela e malvada Deodora. Braço direito e amante de Albano (Guilherme Weber), queria se tornar a dona do prédio Titã. Esperta, a moça dominava as artes marciais e tinha uma grande confiança em si mesma. No decorrer da trama, acabou se arrependendo dos crimes e morreu tentando salvar o pai, vivido por Marco Caruso
Em Ribeirão do Tempo (Record), Karina (Juliana Barone) é uma patricinha de família tradicional na cidade. Seu maior desejo é se casar com o esportista Tito (Ângelo Paes Leme). Arrogante, a moça vê seu mundo desabar quando é trocada pela boazinha Filomena (Liliana Castro), e agora ela vai se tornar perigosa para defender o que considera ser seu por direito
Na novela Chocolate com Pimenta (Globo), Priscila Fantin interpretou Olga. Ambiciosa e mimada, ela aprontava as maiores armações contra a humilde Ana (Mariana Ximenes), para fazer com que a moça não se aproximasse de Danilo (Murilo Benício), por quem era apaixonada e queria se casar

Taís Araujo viveu a perigosa Ellen em Cobras e Lagartos (Globo). Consumista, sedutora e dissimulada, trabalhava como vendedora da loja Luxus. A moça sonhava em crescer socialmente e por isso menosprezava Foguinho (Lázaro Ramos), por ele ser um pobretão. Mas tudo mudava de figura quando ele passava a ser o herdeiro de Omar Pasquim. Vaidosa, ela usava sua beleza e sensualidade como armas para manter o rapaz ao seu lado
Do, R7




TOP 3: As piores mocinhas odiadas pelo público

Existem mocinhas que são tão chatas que o público pede que o autor mate a personagem. Este fato não é novo, mas ganhou força com a chegada da internet. Vamos lembrar quais foram as protagonistas mais odiadas dos últimos anosNos anos 1970 e 1980 não era raro um autor ter coragem de matar a protagonista. Foi assim com a babá Nice (“Anjo Mau” – 1976) e com Marcela (“Plumas e Paetês” – 1980). Mas de um tempo pra cá a mocinha tornou-se mais ‘preservada’ pelos autores.
Foi assim em “Por Amor”. Maria Eduarda era a típica patricinha chata e o público começou a pedir para o autor Manoel Carlos sua morte. De nada adiantou, ela foi até o final da trama e ainda teve um final feliz.
Camila foi mais uma patricinha chata criada por Manoel Carlos. Sem qualquer simpatia, a personagem era a típica amiga que nenhuma telespectadora queria ter. Como resultado, uma grande campanha na internet pedia a morte da personagem, que sofria de Leucemia.
O autor optou por preservar a personagem graças ao bom resultado da campanha para doação de medula óssea feira pela novela. No final, também serviria de apoio e esperança para quem também sofre com esta triste doença.
Carolina faria mais uma personagem sem graça de uma novela do autor Manoel Carlos: a Edwiges de “Mulheres Apaixonadas”.

3 – Diana (Carolina Dieckmann) em “Passione” (2010)
Especialistas em telenovelas (como Jorge Luiz Brasil, editor da revista Minha Novela), já afirmaram que nunca viram uma mocinha tão rejeitada como a Diana de “Passione”. E a internet está provando esta afirmação.
Com o Twitter e o Facebook vivendo seu melhor momento no país, os telespectadores podem finalmente se manifestar contra a personagem e pedir sua morte.
Mas de nada adianta, o autor Silvio de Abreu insiste em afirmar que não existe rejeição à Diana (ou qualquer outro personagem). Pelo visto Carolina Dieckmann continuará no ar até o último capítulo.
Mesmo assim, o público teve o gostinho de ver a personagem ser vítima de um tiro em uma das quatro cenas falsas gravadas para o assassinato que vai ocorrer hoje (11) em “Passione” (foto acima).


CULTUREBA

Caio Castro revela que prefere namorar mulheres mais velhas

Caio Castro
O ator Caio Castro revelou à revista CONTIGO! que não se importa com a idade e até prefere se relacionar com mulheres mais velhas, pois elas são mais seguras. "Elas podem ter 10, 15 anos a mais do que eu. Gosto da segurança delas. Não pegam no pé e quando ligam sabem o que falar", afirmou o ator.

O galã contou também que ganhou oito quilos em cinco meses para viver Edgar em "Ti-ti-ti" e que teve que intensificar a malhação, pois "sabia que teria que mostrar o corpo na novela".
Minha Novela

As 10 Melhores Mocinhas da Década

Veja agora as 10 melhores mocinhas da Década:

10 - Jade (Giovana Antoneli)






Primeiro grande papel da atriz Giovana Antoneli após fazer sucesso na pele de Capitu na trama Laços de Família. Numa novela tão cheia de meandros como foi O Clone, a personagem Jade, dançarina e dona de um olhar sedutor e lindo, fez muito sucesso não apenas entre o público masculino, mas conquistou todas as fãs que torceram por ela.


9 - Clara Febberman (Bianca Castanho)




Única personagem de novelas do SBT nesta lista. Clara Febberman foi, sem dúvida, a personagem mais marcante da carreira de Bianca Castanho e fez o público se emocionar e torcer muito para que ela vencesse tantos complôs contra ela na ótima novela Canavial de Paixões (que aliás está sendo reprisada pela emissora atualmente).


8 - Preta (Taís Araújo)





Primeira mocinha negra da história da Rede Globo, a personagem Preta vivida obviamente por Taís Araújo conquistou o público na primeira novela de João Emanuel Carneiro, Da Cor do Pecado. A personagem foi muito querida e fez sucesso logo de cara. Todos torciam por ela, principalmente por traços importantes de sua personalidade como a ânsia por justiça.


7 - Aurélia Camargo (Christine Fernandes)





Contar a história de Aurélia Camargo, uma das grandes divas da Literatura Brasileira (Senhora, de José de Alencar) mostrou coragem da parte do autor Marcílio Moraes. E Christine Fernandes abraçou a personagem na novela Essas Mulheres e compôs divinamente uma personagem marcante. A Aurélia da novela não foi tão forte como a da Literatura, mas para as telenovelas foi divina.


6 - Lulu de Luxemburgo (Fernanda Montenegro)



Conseguir atrair a atenção do público numa novela de humor não é tarefa fácil. Mais difícil ainda quando a novela sofre rejeição das Classes D e E do público que não entendiam o humor refinado de As Filhas da Mãe. Ainda assim, Lulu de Luxemburgo é lembrada pela qualidade, força e grandeza de sua personalidade, numa atuação a altura de Fernanda Montenegro.


5 - Bete Gouveia (Fernanda Montenegro)



A novela está no ar e ainda podemos nos arrepender - o que é improvável devido a qualidade da trama - mas a bem da verdade é que Bete Gouveia é de uma grandeza impressionante. A personagem mais marcante de Passione. Tudo gira em torno de Bete que lida com todos os problemas com uma tranquilidade e astúcia ímpares. Fernanda Montenegro em mais um momento muito feliz de sua carreira com uma personagem deliciosa presenteada a ela por Sílvio de Abreu.


4 - Donatela (Cláudia Raia)



A personagem responsável pelo amor do público. São poucas as novelas em que o telespectador logo de cara torce pela mocinha. Muitas vezes alguma outra personagem ganha destaque ou até mesmo os vilões são adorados. Em A Favorita não foi assim. Apesar de Flora ter um grande destaque e se tornar a maior vilã da história, Donatela sempre foi amada, querida e o público sempre torceu e acompanhou emocionado sua via sacra. A personagem foi uma das poucas mocinhas na década que caiu no gosto popular desde o início.


3 - Fernanda Lira (Paloma Duarte)



Uma personagem complicada e que não tinha traços de mocinha. Foi amante de um poderoso deputado e, com isso, conseguiu alavancar sua carreira de atriz. Depois, foi amante de um importante empresário e o fez abandonar a família. Acabou descobrindo que era, agora, mulher do maior mafioso do país. Foi amante de outro mafioso e viveu com ele um grande amor. Nada de mocinha típica e cheia de bondade no coração. Fernanda Lira era irresponsável, cega e absolutamente movida pela paixão e isso encantou o telespectador de Poder Paralelo.


2 - Júlia Assumpção (Glória Pires)



A mocinha mais complexa da história recente da TV. Júlia Assumpção não tinha nada para ser mocinha. Era sem graça, mal arrumada, simples e não tinha boca para nada. Era maltratada por todos e tinha uma história sem graça. Aos poucos, a personagem sofreu muito e foi ganhando força em sua personalidade e enfrentando os problemas e os vilões (inclusive a poderosa Bia Falcão) na novela Belíssima. Glória Pires numa atuação impecável compôs a personagem mais difícil de sua carreira e deu um banho de interpretação.


1 - Rose (Camila Pitanga)



Disparada a melhor mocinha da década. Única mocinha com personalidade forte e que nunca se deixava abater. Rose mostrou na novela Cama de Gato que é possível ser uma mocinha tradicional, cheia de bondade e mantendo os valores tradicionais, sem que com isso seja obrigatório cair na chatice e nos clichês. A personagem era forte, vivia o amor como deveria e enfrentava tudo e todos que se colocassem no caminho daquilo que ela acreditava. Enfrentou a vilã, enfrentou ex-marido, enfrentou até o grande amor da vida dela mantendo a fé naquilo que acreditava. Um show de personagem.

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